Exposição de 67 obras de 50 artistas estrangeiros, seleccionadas em 5 colecções privadas portuguesas, reflectindo cinco gostos diferentes e anónimos.
As obras, apresentadas em cinco salas, reuniam-se em torno da têmpera de Vieira da Silva que deu nome à exposição, fugindo a classificações geracionais ou de escola. Nesta exposição representavam-se 8 décadas da pintura contemporânea, desde Natalia Gontcharova (1910) a José Maria Sicília (1993), espelhando, por um lado, a parafernália de movimentos de arte do século XX, e por outro, as preferências de quem as colecciona.
As colecções foram apresentadas em cinco salas diferentes, respeitando-se assim o espírito com que foram sendo reunidas por cada coleccionador.