Acerca da coleção

Acerca da coleção

A Coleção do Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva reúne um significativo núcleo de pintura e desenho, que cobre um vasto período da produção dos dois artistas: de 1911 a 1985 para Arpad Szenes, e de 1926 a 1986 para Vieira da Silva. O núcleo de gravura da artista inclui também obras de 1990 e 1991, um ano antes da sua morte.

A coleção de obras de arte do Museu incorpora ainda obras de artistas contemporâneos do casal, seus amigos, admiradores ou discípulos – no caso de Arpad Szenes, donde se destaca um conjunto de obras de artistas portugueses, na sua maioria em início de carreira, e edições especiais ilustradas por Arpad Szenes e Vieira da Silva.

A coleção de obras de arte do museu pode ser agrupada em três grandes núcleos, relativamente à data e tipo de incorporação.

 

O primeiro e mais numeroso núcleo contava cerca de três mil e duzentas obras de Vieira da Silva e de Arpad Szenes, e engloba desenho, pintura e gravura,  e foi doado por Maria Helena Vieira da Silva à Fundação Calouste Gulbenkian, em 1987. Esta doação tinha por condição que as obras fossem depositadas no futuro Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva, onde se lhes juntaria um conjunto de setenta obras de artistas portugueses da coleção privada da artista.

 

O segundo núcleo era composto por vinte obras de Arpad Szenes e dezoito obras de Vieira da Silva, selecionadas pela pintora e reiteradas em testamento, destinadas ao Estado Português e negociadas entre os Governos de França e Portugal. Estas obras chegaram a Portugal em Agosto de 1994 para integrar a coleção do Museu.

 

O terceiro núcleo, representativo pela sua importância e valor, era constituído por um conjunto de obras de privados, instituições e colecionadores particulares, para permanecer em depósito no Museu. Destacam-se as obras de Jorge de Brito, que estiveram em exposição desde a abertura do museu em 1994, e que constituíam uma das mais destacadas coleções de Vieira da Silva, reunindo cerca de dezasseis pinturas incontornáveis no percurso da pintora. Deste conjunto, por Resolução do Conselho de Ministros n.º 131/2017, foram adquiridas seis pinturas aos Herdeiros de Jorge de Brito pelo Estado Português, que se encontram atualmente em depósito permanente no Museu.

O Museu teve em exposição desde a sua inauguração obras de Arpad Szenes e de Vieira da Silva pertencentes ao Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian e ao Metropolitano de Lisboa, que se encontram em depósito permanente no Museu.

 

Outras coleções


Arpad Szenes e Vieira da Silva tiveram notáveis percursos profissionais, o que explica a disseminação da sua obra pelos quatro cantos do mundo, em museus, galerias de arte, instituições, empresas e colecionadores particulares.

Segue abaixo uma seleção de coleções nacionais e estrangeiras  que reúnem um número significativo de obras de Arpad Szenes e de Maria Helena Vieira da Silva. Algumas destas coleções podem ser exploradas online.

Consulte aqui.

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