O júri da 4.ª edição dos Prémios CELPA/Vieira da Silva Artes Plásticas, constituído por Denise Renard (representante do Comité Arpad Szenes-Vieira da Silva), Rui Mário Gonçalves (crítico de arte), José Manuel Marques Pedrosa, em representação da CELPA e José Sommer Ribeiro, em representação da Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva decidiu, por unanimidade, atribuir ao pintor Jorge Martins (1940-) o prémio Consagração, em reconhecimento do seu longo e prestigiado currículo caracterizado por um permanente empenho experimental no âmbito do desenho e pela coerência da obra, em pintura, gravura, objectualismo e desenho.
O prémio Revelação foi atribuído a Adriana Molder (1975-), pelo trabalho apresentado a concurso, constituído por 3 desenhos a tinta-da-china sobre papel esquisso, da série It’s not dark yet, but it’s getting there, de 2003.