Primeira edição dos Prémios CELPA, iniciativa da Associação da Indústria do Sector Papeleiro e da Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva que decidiu assim destacar anualmente a personalidade que melhor projectou o nome de Portugal nas artes plásticas (Prémio Consagração) e distinguir novos valores da produção artística contemporânea (Prémio Revelação).
O júri desta primeira edição foi constituído por José Sommer Ribeiro (Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva), Fernando Pernes (Fundação de Serralves), Rui Mário Gonçalves (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Associação Internacional dos Críticos de Arte – Secção Portuguesa), José Manuel Pedrosa (CELPA) e Carlos Pinto Coelho, autor e então apresentador do magazine cultural diário «Acontece».
O Prémio Revelação foi atribuído a Joana Freire Gonçalves pela obra A missão de um Regador (1999), e o Prémio Consagração foi conferido por unanimidade ao pintor Júlio Pomar (n. 1926). Pomar seleccionou então para exposição um conjunto de desenhos realizados em 1998 e 2000, entre os quais o Cão Triste (1998), doado pela CELPA à Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva.