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Constellations de Joan Miró
APRESENTAÇÃO PDF
Constellations de Joan Miró
Atormentado pelo desenrolar da guerra, Miró (1893-1983) resolve abandonar Paris e refugiar-se em Varengville-sur-Mer. Fascinado pelos céus dramáticos da Normandia e pelas águas revoltas do Atlântico, é na beleza daquela região que está a origem das Constellations, testemunho profundo do desejo que o pintor tinha em esquecer a terrível época que vivia.
Iniciada em 1940, a série foi terminada em Palma de Maiorca e em Montroig a 12 de Novembro de 1941.
As Constellations são constituídas por 23 guaches com a mesma dimensão. Os fundos foram trabalhados exaustivamente, tendo sido utilizadas as mais variadas técnicas de modo a evidenciar os elementos aí sobrepostos e permanentes no universo de Miró.
A fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva julgou importante apresentar ao público português as Constellations pois nela tiveram origem algumas das mais conhecidas telas de Miró. Ao fazê-lo, quer igualmente lembrar a amizade e o estreito convívio que Arpad manteve em 1931 com um famoso grupo de pintores surrealistas, entre os quais Yves Tanguy, Max Ernst e, claro, Joan Miró, no atelier de gravura de Hayter, convívio que se viria a reflectir nalgumas das suas pesquisas dos anos 30, como a série Couples, Combats e Hommes-fanfarres.
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