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Georges Braque: gravuras
Georges Braque: gravuras
A efémera relação entre o casal Szenes e Georges Braque (1882-1963) inicia-se em 1937, quando Maria Cuttoli, dando novo fôlego à tapeçaria em França, encomenda cartões ou reproduz para tapeçaria algumas obras de artistas famosos da altura, encontrando-se entre eles, naturalmente, Braque; para passar esses cartões para a tecelagem, Maria Cuttoli, a conselho de Jeanne-Bucher, entrega essa tarefa a Maria Helena e Arpad Szenes.
Apesar de não voltarem a estar juntos, Arpad e Vieira foram sempre profundos admiradores da obra de Braque, pelo que se considerou indispensável apresentar uma exposição deste artista no ciclo dos amigos de Arpad e Vieira.
Graças às excelentes relações entre a Fundação Maeght e a Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, foi possível apresentar esta selecção de 69 gravuras de Braque, que abrangem várias décadas, de 1907 a 1963, e nos oferecem uma panorâmica bastante completa dos diversos períodos da sua obra. O mesmo é dizer que contamos com trabalhos da sua fase de inspiração cezaniniana, da sua fase cubista, bem como naturezas mortas e finalmente os seus famosos pássaros. Completam a presente exposição algumas das principais obras ilustradas por Braque, como Teogonia de Hesíodo e Uma aventura metódica, de Pierre Reverdy.
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