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Correspondências. Vieira da Silva por Mário Cesariny
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Correspondências. Vieira da Silva por Mário Cesariny
No ano em que se comemora o centenário de nascimento de Maria Helena Vieira da Silva, a Fundação que a representa sugere visões e revisões da sua obra que resultam num desafio estimulante pelos diferentes olhares de pessoas que com ela tiveram relações profissionais ou afectivas.
A vontade em publicar a correspondência trocada entre os dois artistas e Mário Cesariny impôs-se pelo interesse e a ternura que emanavam daquelas cartas longamente trocadas, que serão publicadas a propósito e no tempo desta exposição.
A ideia de uma exposição que ligasse Mário Cesariny a Vieira da Silva surgiu naturalmente, como natural foi a junção da Fundação EDP – que patrocinou as mais recentes e importantes exposições retrospectivas da obra de Mário Cesariny, comissariadas por João Pinharanda – a este projecto, estendendo-se essa cumplicidade a Arpad Szenes, por não fazer sentido de outro modo.
A esta teia de amizades depressa se associou a Fundação Cupertino de Miranda.
Partindo de Vieira da Silva, Arpad Szenes ou O Castelo Surrealista – obra que Cesariny escreveu nos anos 60 e publicou em 1984, centrada na pintura de Arpad Szenes e Vieira da Silva dos anos 30 e 40 – a exposição pretende ser a visão de Mário Cesariny sobre a dupla Vieira-Arpad, através de “correspondências”.
Além da vertente documental da investigação – muito pessoal – a que Mário Cesariny se dedicou, com mais ou menos intensidade, durante cerca de vinte anos, serão apresentadas obras referidas no Castelo Surrealista ou correspondências que marcaram a relação firmada pela amizade e pelas afinidades electivas.
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