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A poética do traço. Gravuras do Atelier 17 (Paris, 1927 - 1940)
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A poética do traço. Gravuras do Atelier 17 (Paris, 1927 - 1940)

A Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva apresenta a exposição "A poética do traço, gravuras do Atelier 17”. Comissariada por Scarlett Reliquet, dá-nos a conhecer uma série de gravuras realizadas neste importante centro de aprendizagem, durante o período em que esteve activo em Paris (1927-1940), apesar do seu ressurgimento em Nova Iorque a partir de 1941.
O Atelier 17, fundado em 1927 pelo artista (apesar da formação de base ser científica) inglês Stanley William Hayter (1901–1988), deve o seu nome ao estúdio onde funcionava: o número 17 da rua Campagne Première do bairro de Montparnasse, em Paris. O atelier tornar-se-á um centro inovador na técnica da gravura, nomeadamente do buril.

1927 corresponde também à entrada de S.W. Hayter no círculo dos surrealistas, com quem partilha o mesmo fascínio pelo irracional, pelos recursos do inconsciente e pelos métodos de criação semi-automáticos. Esta relação de Hayter com os surrealistas intensifica-se com as exposições em que participam juntos em Paris, Londres e Nova Iorque e com o convívio que o atelier que fundou propicia, quer como espaço de trabalho, quer para celebrar as reuniões e encontros dos artistas desse movimento.
O casal Arpad Szenes / Vieira da Silva beneficiou, junto com outros artistas famosos, deste clima de efervescência criativa e emulação.
Com esta exposição, a Fundação Arpad Szenes–Vieira da Silva pretende revelar a importância do Atelier 17 na produção artística de Arpad Szenes a partir de 1931, quer de um ponto de vista técnico e estilístico, quer em termos pessoais e de amizade. 


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