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Cores e pintores na Provença: 1875-1920
Galeria piso 0
11 Outubro 1995 - 10 Dezembro 1995
Cores e pintores na Provença: 1875-1920
Esta exposição surge na Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, depois de ter sido apresentada em Marselha, no Departamento Regional, e no Museu do Luxemburgo em Paris, por motivos vários, mas principalmente porque os artistas representados, de altíssimo valor, não são frequentemente apresentados em Portugal, mas sobretudo porque entre eles, figuram nomes que tanto Arpad como Vieira muito admiravam, como é exemplo Cézanne, Bonnard, Braque e Matisse.
Diga-se também que Portugal não é um país estranho à cultura mediterrânica e litoral que marcam a Provença, descobrindo por isso outro elo de ligação que justificava trazer até cá esta exposição.
Embora de dimensões mais pequenas, devido a condicionantes espaciais, a exposição mantém as linhas de apresentação anteriormente adoptadas, organizando-se em três núcleos distintos:
1 - Os Naturalistas: o Naturalismo, aqui mais ligado aos pintores autóctones, caracteriza-se por representar o real, mas ao contrário do romantismo, trata-se de um real verdadeiro, palpável e objectivo, que dá, no entanto, margem a que transpareçam sentimentos de quem o pinta;
2 - Os Fauves da Provença: ou fauvismo Provençal, refere-se àqueles artistas ligados não só à Provença mas também aos movimentos artísticos do Norte, como Paris, representados aqui pelo fauvismo;
3 - A Sedução do Midi: a atracção que esta zona exerceu ano após ano sobre os artistas do final do século XIX, que aí se estabeleciam por temporadas. Tal aconteceu com Monet, Renoir, Boudin e Van Gogh.
A todos estes núcleos é comum o tema da paisagem, da paisagem da Provença, natural e social, bem como quotidiana.
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