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"E"
Sala de exposições temporárias
27 Abril 2015 - 03 Maio 2015
"E"

Quantos mundos cabem numa letra?

Acompanhar os tempos está no ADN do Expresso. E isso significa arriscar e mudar. Foi assim que, no início de 2015, o jornal saiu com uma nova revista   ̶ E, maior, mais bonita e mais profunda. O novo produto herdou o nome da letra capitular do Expresso: E. Para anunciar o lançamento deste projeto estrutural, convidámos um conjunto de figuras públicas a trazerem os seus mundos, valores e expectativas para um trabalho criativo de interpretação da letra E.

12 fotos, 12 universos tão diferentes quanto as áreas em que se notabilizaram. Francisco Pinto Balsemão, o fundador do jornal, faz-se acompanhar de diretores de confiança. José Avillez senta-nos à mesa e compõe um E com empadas. Joana Vasconcelos põe toda a portugalidade numa letra. José Luís Peixoto volta aos bancos da escola, à essência da aprendizagem do alfabeto. Catarina Wallenstein escolheu a claquete. Hugo Makarov desenhou a letra na pele, Ana Sofia escreve-a no elegante ventre. Vhils escavou-a a escopo e martelo numa parede, camada por camada. Frederico Morais usou a areia e a água do mar, que surfa. Carminho celebra o fado com as guitarras portuguesas. José Tolentino Mendonça leva-nos a uma viagem ecuménica pelos livros sagrados e Miguel Sousa Tavares transporta-nos até às areias quentes do deserto.  

Os leitores a quem servimos não podiam ficar de fora. Convidámo-los a celebrar com o Expresso o nascimento deste novo projeto. E assim surgiram mais E, que trouxeram dezenas de outras reinvenções de uma letra.

Em comum, um facto relevante: o gosto pelo rigor e credibilidade do Expresso. 

Tantos E, um só Expresso. 

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