PT
ENG
A PAR E PASSO
A PAR E PASSO

De Janeiro a Dezembro, nas últimas quintas-feiras de cada mês, entre as 18h00 e as 19h00, a historiadora Emília Ferreira propõe a dois convidados que se ponham à conversa em torno da colecção do Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva.

Contaremos com historiadores de arte, curadores e críticos e, claro, com artistas, que nos darão certamente um modo mais íntimo de perceber os segredos das obras de arte.

No Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva, entrada livre.

A PAR:

17 de Dezembro de 2016
Filipe Rocha da Silva e Emília Ferreira



JÁ PASSOU:

28 de Janeiro de 2016
Raquel Henriques da Silva e Pedro Cabrita Reis

Raquel Henriques da Silva

Professora Associada na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Departamento de História da Arte. Lecciona os seminários do Mestrado em História da Arte do século XIX e é coordenadora científica do Mestrado em Museologia. Directora do Instituto de História da Arte desde 2010.

Autora de estudos de investigação e divulgação nas áreas do urbanismo e arquitectura (século XIX-XX), artes plásticas e museologia. Comissária de exposições de arte.

Foi directora do Museu do Chiado (1994-97) e do Instituto Português de Museus (1997-2002). Integra o Conselho de Administração da Fundação Arpad-Szenes-Vieira da Silva.

Pedro Cabrita Reis

(Lisboa, 1956)

Um dos artistas portugueses mais conhecidos da actualidade, tem integrado as mais prestigiadas exposições internacionais, como a 9.ª Documenta de Kassel, a 24.ª Bienal de São Paulo, ou a Bienal de Veneza na qual, em 2003, foi o representante de Portugal. A sua obra, de grande riqueza de meios, compreende desenho, pintura, fotografia e instalação e tem também sido mostrada nos principais espaços expositivos nacionais.

Preferindo com frequência recorrer a materiais pobres e quotidianos, as suas instalações de dimensões arquitectónicas tomam conta do espaço e provocam o espectador, convidando à reflexão.

25 de Fevereiro de 2016
Emília Ferreira e Sofia Areal

Emília Ferreira

(Lisboa, 1963)

Mestre e Doutora em História da Arte Contemporânea (FCSH, UNL). Licenciatura em Filosofia (FLL, UL). Curadora, conferencista, Historiadora de Arte, tem várias publicações sobre museus, e sobre artistas portugueses, como . Membro da equipa da Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea. “Mily Possoz: uma artista de fusão”, Mulheres Pintoras em Portugal: de Josefa d’Óbidos a Paula Rego, Coord. Raquel Henriques da Silva e Sandra Leandro, Lisboa, Esfera do Caos Editores, 2013; Quando ela diz sim, é sim; quando ela diz não, é não”, Sofia Areal. Lisboa: Athena, (Babel), 2011; “Mily Possoz: Portuguesa. Europeia. Modernista”. Mily Possoz uma gramática modernista. Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, Lisboa, 2010 ou Paula Rego ou a Vertigem de Alice. Porto: Quidnovi, 2010.

Sofia Areal

(Lisboa, 1960)

Inicia formação em Inglaterra, com os cursos de Textile Design e o Foundation Course, do Hertsfordshire College of Art and Design, St. Albans (1979-81). Em Portugal, estuda nos ateliers de Gravura e Pintura do Ar.Co., em Lisboa. Expõe colectivamente desde 1982 e individualmente desde 1990, em Portugal e internacionalmente. Além da pintura e do desenho, desenvolve também a investigação plástica nas áreas da ilustração (destacando-se, em 2012, o trabalho elaborado para a revista Colóquio Letras, FCG), tapeçaria, design gráfico e cenografia. A sua obra está representada em inúmeras colecções públicas e privadas em Portugal e no estrangeiro. Em 2014 publicou, em co-autoria com o Professor Emérito de Harvard, Allan Hobson, o livro Criatividade-Creativity (Lisboa, ISPA). Prémio Fémina para as Artes Visuais, 2012.


31 de Março de 2016

Ana Vidigal e Pedro Faro

Ana Vidigal
(Lisboa, 1960)
Pintora, termina o Curso de Pintura da ESBAL, em 1984. Expõe individual e colectivamente desde 1981, em Portugal e no estrangeiro. Bolseira da FCG entre 1985-1987, fez um estágio de Gravura em Metal com Bartolomeu Cid, Casa das Artes de Tavira (1989). Pintora residente do Museu de Arte Contemporânea – Fortaleza de São Tiago, Funchal (1998/1999). Em 1995 e em 2002 foi convidada pelo Metropolitano de Lisboa para criar painéis de azulejos para as estações de Alvalade e Alfornelos. Em 1997, a convite do Instituto Português do Património Arquitectónico, e integrada no projecto “Um Artista, um Monumento”, criou uma chávena em porcelana. Ilustrou o livro de poemas infantis “Como quem diz”, de António Torrado, publicado pela Assírio e Alvim, em 2005. Residência Ifitry Marrocos 2013. A sua obra encontra-se representada em inúmeras colecções públicas e privadas.

 Pedro Faro
(Lisboa, 1976)
Crítico e Historiador da Arte. Formado em História da Arte, pela FCSH - Universidade Nova de Lisboa, e em Comunicação Empresarial, pela Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa, colaborou na revista L+arte (de 2006 a 2011). Foi consultor de Artes Visuais do programa de televisão Câmara Clara, na RTP 2 - de 2010 a 2012. Tem desenvolvido e colaborado em várias actividades e projectos de investigação e divulgação da arte contemporânea. Colabora com o Atelier-Museu Júlio Pomar desde 2013. Integra a secção portuguesa da AICA (Associação Internacional de Críticos de Arte), desde 2009.

28 de Abril de 2016
Pedro Lapa e David Santos

Pedro Lapa

Historiador de Arte, crítico, curador e docente universitário.
Doutoramento em História da Arte sobre a obra de Joaquim Rodrigo, é Professor convidado da FLL, director artístico do Museu Colecção Berardo. Durante 11 dirigiu o Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado, foi curador da Ellipse Foundation (2004-2008). Entre 2008 e 2010, foi professor convidado da Escola das Artes da Universidade Católica de Lisboa.
Autor de inúmeros textos de investigação sobre arte portuguesa e de vários artigos científicos, tem exercido a curadoria em Portugal e no estrangeiro.
Prémio Grémio Literário em 2008.
Grau de Chevalier de l'Ordre des Arts et des Lettres, em 2010, pelo Ministro da Cultura de França. 

David Santos

Historiador de arte e curador de arte moderna e contemporânea. Doutorado em Arte Contemporânea pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra. É atualmente Subdiretor-Geral do Património Cultural e Curador-Geral da BF16 (Bienal de Fotografia / V.F. Xira). Foi Diretor do Museu do Neo-Realismo de 2007 a 2013 e Diretor do Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado de Dezembro de 2013 a Julho de 2015. Autor de diversos estudos sobre arte publicados em catálogos e volumes coletivos, publicou ainda Marcel Duchamp e o readymade – Une Sorte de Rendez-vous, Assírio & Alvim, 2007) e A Reinvenção do Real – Curadoria e Arte Contemporânea no Museu do Neo-Realismo, (Documenta, 2014). Foi distinguido em 2015 com o Prémio (ex aequo) de Crítica e Ensaística de Arte e Arquitetura – AICA/Fundação Carmona e Costa, e ainda com o Prémio APOM de Investigação. Foi também docente convidado do ensino superior na Escola da Artes da Universidade Católica Portuguesa (2001-2004, Porto), na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (2015), e professor assistente na Escola Superior de Design do IADE, entre 1998 e 2009. Foi crítico de arte nos semanários (1996), O Independente (1997-2000), e nas revistas Arte Ibérica (1997-2000), Artecapital.net (2006-2007) eArqa – revista de arquitectura e arte (2000-2013). É mestre em História Política e Social (Universidade Lusófona), pós-graduado em História de Arte e licenciado em História, variante de História de Arte, (ambos pela FCSH da Universidade Nova de Lisboa).

21 Maio de 2016
Bruno Marques e Ana Rito

Ana Rito (1978)

Desenvolve actividade artística e curadoria. Investigadora e docente. Desde 2002, participa em exposições enquanto artista e curadora, destacando-se Faccia Lei, 52ª Bienal de Veneza (2007), o PUPPE PROJECT, Galeria MAM Mario Mauroner Contemporary Art, Viena, (Festival Art&Film, 2010), There is no World when there is no mirror, Palácio Pombal (Festival Temps d´Images), A Culpa não é minha – Colecção António Cachola, Museu Colecção Berardo (MCB), e O Museu em RuínasMACE–Elvas. Em 2009-11, co-comissariou com Hugo Barata e Jean-François Chougnet She is a Femme Fatale#2, FCT-UNL, She is a Femme Fatale#1MCBObservadores – Revelações, Trânsitos e DistânciasMCB. Organizou CURATING THE DOMESTIC – Images@home, Trienal de Arquitectura de Lisboa (2013). Curadora de A Visão Incorporada/The Embodied Vision – Performance para a câmara(com Jacinto Lageira), no MNAC – Museu do Chiado (2014). Bolseira FCT, encontra-se a concluir Doutoramento na especialidade de Instalação-vídeo.

Bruno Marques

Nasceu em Huambo, Angola, em 1975, e vive e trabalha em Lisboa. Mestre e Doutorado em História da Arte Contemporânea pela FCSH/UNL. Desde 2014, é bolseiro pós-doc pela FCT com um projecto subordinado ao tema “Género e políticas da sexualidade na arte contemporânea”. Membro integrado da Comissão Científica do Instituto de História de Arte/UNL desde 2012. Integra a core team do Programa Doutoral em Estudos Artísticos/FCSH. Professor adjunto convidado da ESAD-CR em 2014. Vencedor da Iniciativa Novos Comissários 2008. É autor do livro Mulheres do Século XVIII. Os Retratos (2006). Coordenou os livros Sobre Julião Sarmento (Quetzal, 2012) e Arte & Erotismo (EAC/IHA-UNL, 2012, com Margarida Acciaiuoli). Co-organizou o colóquio internacional Arte & Erotismo (FCSH-UNL, 2012) e o colóquio exploratório Arte.Crítica.Política (Goethe-Institut, Lisboa / FCSH-UNL, 2014). Publicou ensaios sobre artistas como Julião Sarmento, Pedro Cabrita Reis, Lourdes Castro, Vasco Araújo e Costa Pinheiro.


30 de Junho de 2016
Rui Sanches e Celso Martins

Rui Sanches (Lisboa, 1954)

Estudou no Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual, Lisboa, no Goldsmiths’ College, Londres (BA 1980) e na Yale University, New Haven (MFA 1982).

Em 1984 expôs pela primeira vez individualmente o seu trabalho na Galeria de Arte Moderna da SNBA e na Galeria Diferença, em Lisboa. Desde então realizou mais de quarenta exposições individuais de que se destacam a exposição retrospectiva no CAM da F. C. Gulbenkian (2001), “MUSEUM” no Museu Nacional de Arte Antiga (2008) e “Dentro do desenho”, na Fundação Carmona e Costa (2014) e participou em dezenas de exposições colectivas, em Portugal e no estrangeiro. O seu trabalho está representado nas principais colecções públicas portuguesas e várias colecções internacionais, nomeadamente: CAM/Fundação C. Gulbenkian, Fundação de Serralves, Museum Van Hedendaagse Kunst Antwerp, Museu Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporaneo, Badajoz, Fundação EDP, Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, Coleção Berardo e Coleção Cachola.

Tem diversas obras em espaços públicos, nomeadamente na estação de metro Olaias, Lisboa, em Alcobendas, Espanha, a escultura “Colunata” na Assembleia da República e o monumento a Maria José Nogueira Pinto na Ribeira das Naus, Lisboa.

Em 2008 recebeu o Prémio AICA/Ministério da Cultura.
www.ruisanches.com


Celso Martins (Lourenço Marques (actual Maputo), Moçambique, 1971)

É Licenciado em História, Variante de História da Arte pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Possui o  Diploma de Estudos Avançados (equivalente a Mestrado) na Universidade Politécnica de Valência (Espanha). Encontra-se neste momento a terminar a sua tese de doutoramento na mesma instituição. É critico de arte no Jornal Expresso desde 1995 e lecciona cadeiras de teoria da arte na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha (Instituto Superior de Leiria) desde 2000. Foi consultor para as artes plásticas do programa Magazine Artes do Canal 2 da Rádio Televisão Portuguesa (2005). Publicou inúmeros textos em catálogos de artistas como Joana Vasconcelos, Júlio Pomar, Luís Nobre, Fátima Mendonça, ou Pedro Zamith para além de livros sobre Gil Heitor Cortesão ou Valter Vinagre. Apresentou várias conferências, das quais se destacam: «Arrefecimento Global. A Expressão na Arte Contemporânea» incluída no Ciclo de Conferências sobre o tema da Expressão com a participação entre outros de Jerrold Levinson e Noel Carroll, Museu Nogueira da Silva, Braga (2007); «A crítica de Arte e os meios de comunicação de massas», conferência na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (2006); «Realismo e marxismo nos anos trinta» conferência no Museu do Neo-Realismo, seguida de debate com David Santos e Emília Tavares (2005).

  
VOLTAR
© Copyright FASVS 2010 | Design by MOZO