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1897
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Nasce a 6 de Maio em Budapeste (Hungria), filho de Charles e Olga Heller.
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1913
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Acaba os estudos secundários. Frequenta um meio cosmopolita. Em sua casa, reúnem-se intelectuais, artistas e músicos.
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1916
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Morte do seu pai. Estimulado pelo amigo e escultor Desider Bokros-Bierman, entra para Academia Livre de Budapeste onde é aluno de Rippl Ronnaï. Descobre a música de Bartok e Kodaly e a arte de vanguarda de Lajos Kassak, pintor, escultor e escritor ligado ao movimento Dada.
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1919
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Depois da revolução de Outubro na Hungria, interessa-se pelas correntes de vanguarda (cubismo, futurismo, construtivismo) que surgem em Budapeste.
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1922
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Expõe, pela primeira vez, pinturas abstractas no Museu Ernst, Budapeste.
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1924
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Viaja pela Europa descobrindo na Alemanha a obra de Klee e Kandinski, e em Itália entusiasma-se com os primitivos artistas de Siena, Giotto e Piero Della Francesca.
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1925
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Estadia em Paris onde, para sobreviver, faz caricaturas nos cafés e cabarets de Montmartre.
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1928
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Conhece Maria Helena Vieira da Silva, na Academia da Grande Chaumière, que frequenta embora não estando inscrito. Regressa à Hungria por um ano.
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1930
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A 22 de Fevereiro casa com a pintora Maria Helena Vieira da Silva, instalando-se na Villa des Camélias, onde contactam com Pascin, Varèse, Kokoschka, Giacometti, Calder, Lipchitz, entre outros artistas. A partir desta data realiza inúmeros retratos da mulher. Torna-se apátrida.
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1931
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Trabalha com Hayter no Atelier 17, em gravura, técnica que só utilizou episodicamente em 1941 e 1968, para a partir de 1974 ilustrar diversos livros. Aí teve contacto com os surrealistas Miró e Ernst em particular, que marcarão a sua pintura de então. Convive com os artistas Etienne Hajdu, Estève e Ernest Pignon. Expõe no Salon des Surindépendents français e na Galeria Bonaparte, Paris. Estadia em Portugal e viagem a Espanha.
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1932
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Descobre a pintura de Odilon Redon e admira a obra de Tanguy, sofrendo influência de ambos. Conhece a galerista Jeanne Bucher. Frequenta, juntamente com Vieira da Silva as aulas de Bissière na Académie Ranson. Expõe no Salon d’Automne e no Salon des Tuileries, Paris.
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1933
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A galeria UP de Lisboa, dirigida por António Pedro, apresenta gravuras de Arpad, Hayter e Julian Trevelyan. Influenciado pelas Metamorfoses de Kafka, Arpad realiza uma série de gravuras sobre o tema.
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1934
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Conhece o casal de artistas Sonia e Robert Delaunay.
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1935
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Arpad e Vieira juntam-se ao grupo Amis du Monde. Expõe no Salão de Arte Moderna, em Lisboa, onde dá uma conferência sobre arte abstracta. Instala-se temporariamente com a mulher em Lisboa, onde convivem com artistas, poetas e escritores portugueses. Viaja pela costa atlântica, atraído pela luminosidade e pela diversidade do mar, elementos que tão fortemente marcam a sua obra.
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1936
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Em Janeiro Arpad e Vieira da Silva expõem obras abstractas no seu atelier em Lisboa. Pinta grandes telas abstractas. Expõe na Leicester Gallery em Londres; no Atelier 17, em Paris; na Kunstzaal em Haia; na Galeria Manes em Praga; na Galeria Jeanne-Bucher em Paris e na East River Gallery em Nova Iorque. O casal regressa a Paris em Outubro.
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1937
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A pedido da artista Marie Cuttoli, Arpad copia para cartão de tapeçaria, obras de Matisse e Braque. Integrado na equipa de Jean Lurçat, Arpad Szenes trabalha na decoração da Exposição Internacional de Paris. Expõe nas galerias Au carrefour e Aux quatre chemins em Paris. Realiza gravuras para ilustrar o livro de poemas de Pierre Guegen, La chasse au Faon Rose.
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1938
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O casal instala-se no Boulevard Saint-Jacques, onde conhecem Apel.les Fenosa. Expõe nas galerias Jeanne-Bucher e Delcourt em Paris.
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1939
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Morte da sua mãe. Mudança para Portugal provocada pela pressão dos acontecimentos e ameaça da guerra. O casal confia o seu atelier e as suas obras a Jeanne Bucher. Expõe, em Paris, na galeria Henriette Gomez e, individualmente, na galeria Jeanne-Bucher.
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1940
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Exposição de obras recentes do artista no Secretariado Nacional de Informação, em Lisboa. Apesar do casal ter contraído casamento religioso e de Arpad se ter convertido ao catolicismo, o Estado português nega aos artistas nacionalidade portuguesa, pelo que em Junho, e fugindo da guerra, partem para o Brasil e instalam-se no Rio de Janeiro.
No Brasil relacionam-se com poetas e escritores brasileiros, em particular com Murilo Mendes e Cecília Meireles, entre outros artistas que contribuem para uma vida social intensa. A pintura de Arpad torna-se mais íntima e familiar, as dimensões reduzem-se e os objectos proliferam num universo fechado. Arpad realiza inúmeros retratos de Vieira a pintar.
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1941
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Expõe individualmente na Casa da Imprensa, no Rio de Janeiro.
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1943
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Recebe uma encomenda de Heitor Grillo, Director da Universidade Rural, de 15 retratos de personalidades que se distinguiram na área da agricultura.
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1944
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Ilustra obras de Murilo Mendes, Cecília Meireles, Mário de Andrade e Jorge de Lima. Arpad ilustra ainda O canto de amor e da morte do cornetim Christophe Rilke de Rainer Maria Rilke, cujos estudos darão origem à série do tema "Banquet". Expõe no Museu Nacional de Belas-Artes, Rio de Janeiro; na Royal Academy de Londres e no Museu de Arte Moderna, Nova Iorque. Expõe também, em benefício da R.A.F., nas exposições organizadas pela UNESCO em Londres e Paris.
Organiza um atelier de pintura para jovens artistas, actividade a que põe termo em 1955. Colabora com ilustrações em várias publicações periódicas.
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1945
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Expõe no The Art Institute, Chicago e no Museu Cincinnati. Juntamente com Vieira da Silva, expõe na Biblioteca Municipal de Belo Horizonte. Também com Vieira, participa na Exhibition of modern brasilian painting, no British Council da Escócia.
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1946
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Expõe individualmente no Instituo dos Arquitectos Brasileiros, Rio de Janeiro e no Palácio Municipal, Belo Horizonte. Expõe também no Museu da Legião de Honra em São Francisco. Executa a decoração mural da Câmara Municipal da Ilha do Governador, Rio de Janeiro.
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1947
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Arpad regressa a Paris (Vieira regressara sozinha dois meses antes), ao Boulevard Saint-Jacques, onde expõe na Galeria Bussy.
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1948
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Faz as séries abstractas dos "Banquets", "Parques" e "Conversations", onde as linhas de força, tensão e movimento são a sua preocupação pictórica. Participa no Salon de Mai, Paris. Expõe no Museu de Nimes e na Galeria Jeanne-Bucher.
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1949
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Expõe individualmente na Galeria Jeanne-Bucher, Paris.
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1952
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Participa em várias exposições: Galeria Vivet, Paris; Musée Cantonal, Lausanne; Kunsthaus, Zurich; Museu de Chartres. Expõe também em Milão e Copenhaga e, individualmente, na Galeria Jeanne-Bucher em Paris.
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1953
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Participa na Bienal de Arte Moderna de São Paulo. Expõe na Central Modern, na Guggenheim Foundation e na American Federation of Arts, Nova Iorque, assim como no Salon de Mai, Paris. Muda a sua residência para o Hotel des Terrasses.
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1955
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Expõe na Galeria de Beaune, Paris; Musée Cantonal, Lausanne; Carnegie Institute, Pittsburgh e, individualmente na Galeria Jeanne-Bucher, Paris.
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1956
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Adquire, com Vieira da Silva, a nacionalidade francesa. Instala-se na rue de l’Abbé-Carton.
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1957
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Expõe em Belgrado e no Zagreb e, individualmente, na Galeria Betty Thommen em Basileia.
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1958
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Viagem a Portugal e Espanha. Expõe na Galeria Rive Gauche em Paris; no Carnegie Institute, Pittsburgh e, individualmente, na Galeria Pierre em Paris.
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1959
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Expõe no Museu de Varsóvia; na II Dokumenta de Kassel; na Galeria Art vivant, Paris; na Viener Kunstlerhaus, Viena e na Neue Galerie, Stadt Linz.
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1960
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Expõe na galeria Cahiers d'Art (individualmente) e no Salon des Réalités Nouvelles, Paris; no Konstmuséum, Göteborg; no Salon de Mai, Paris; na Kunsthaus, Zurich; nas Galerias Jeanne-Bucher e Pierre em Paris; no Museu de Tel-Aviv e no Museu Bezalel, Jerusalém.
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1961
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Expõe, individualmente, na Galerie du Grand Chêne, Lausanne. Expõe também no Museu de Arte Moderna, Haïffa; no Museu de Arte Moderna, Paris; nos Museus de Artes Decorativas de Tóquio e Quioto; no Salon de Mai, Paris; no Stedelijk Museum, Amsterdão e no Salon d’Automne, Paris.
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1962
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Expõe no Museu Nacional de Varsóvia; na Galeria Creuzevault e no Salon des réalités nouvelles, Paris. É nomeado Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras pelo Estado Francês. Arpad Szenes e Vieira da Silva adquirem uma casa em Yèvre-le-Châtel, no Loiret.
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1963
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Expõe, individualmente, na galeria Jeanne-Bucher, Paris. Expõe no Museu de Zagreb e de Ljubljana; na National Gallery, Salisbury; no Museu Nacional de Arte Moderna, Paris e no Musée Cantonal, Lausanne.
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1964
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Participa na IIIª DoKumenta de Kassel. Viagem a Itália com Vieira da Silva, Murilo e Saudade Mendes.
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1965
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Participação de Arpad nas seguintes exposições: Festival da cidade de Montrouge; Galeria-livraria La Hune, Paris; Exposição itinerante na América do Sul (Lima, Santiago do Chile e Bogotá); Ateneum, Helsínquia; Museu de Belas-Artes, Turku; Museu de Belas-Artes de Tempere; Museu de Carpentras. Expõe, individualmente, na galeria Cahiers d'Art, Paris; na Galeria Alice Pauli, Lausanne e na Galeria 27, Oslo.
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1966
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Ilustra a guache o manuscrito Termes épars de René Char. Expõe no Salon de Mai, Paris; na Fondation Maeght, Saint-Paul de Vence; no Museu do Quebec e no Museu de Arte Contemporânea de Montréal.
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1967
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Participação de Arpad nas seguintes exposições: Exposição universal, Montréal; Salon de Mai, Paris; Salon de Mai, Cuba; Exposição itinerante pelos países de Leste; Galeria Domec; Exposição de artes plásticas do XVIIIº Congresso do Partido comunista francês e Galeria Jacob, Paris; Théâtre de la Maison de la Culture, Caen; Galeria Cimaise, Paris; Fundação Maeght, Saint-Paul de Vence.
É nomeado Oficial da Ordem das Artes e das Letras pelo Estado francês.
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1968
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Expõe, individualmente, na galeria Alice Pauli em Lausanne. Participa nas seguintes exposições: Exposição itinerante pelos Estados Unidos e Montréal (National Gallery of Art, Washington; Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque; Museum of Fine Arts, Boston; The Art Institute of Chicago; Michael Henry de Young Memorial Museum, São Francisco; Museu de Arte Contemporânea, Montréal; The Detroit Museum of Art); Exposição itinerante pelos Países de Leste; Salon des Réalités Nouvelles; Galeria Max Kaganovitch e Galeria La Roue, Paris; Maisons de la Culture de Firminy, Thonon, Montpellier, Céret, Toulouse, Auxerre, Nantes, Plessis-Robinson, Pézanas; Instituto francês de Colónia.
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1969
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Expõe, individualmente, no Château de Ratilly; na Galeria Cahiers d’Art e na Galeria Jacob em Paris. Participa numa exposição itinerante na América do Sul. Expõe no Museu de Céret e no Centre National d'Art Contemporain, Paris.
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1970
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Expõe, individualmente, na Galeria Régence, Bruxelas. Participa nas seguintes exposições: Museu Fabre, Montpellier; Galeria Zumini, Paris; Exposição em Budapest; Festival de Montargis; e na sous-préfecture de Rambouillet.
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1971
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Primeira exposição retrospectiva da obra de Arpad, itinerante, organizada pela Inspection des Musées de province, nos museus de Belas-Artes de Rouen, Rennes e Lille. Exposição no Grand Palais, Paris; Fundação Maeght, Saint-Paul de Vence; Museu Fabre, Montpellier e na Galeria Jacob, Paris.
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1972-1973
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Exposição retrospectiva (do ano anterior) no Museu de Belas-Artes de Orléans e na Fundação Calouste Gulbenkian (acrescida de numerosos desenhos e obras antigas). Exposições retrospectivas nos Museus de Dijon, Nancy, Besançon, Nantes, Reims, Montpellier e no Château de Ste-Suzanne em Mayenne. Ilustra o livro Troisième Léxique de Jean Grenier.
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1974
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Exposição retrospectiva no Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris. Expõe, individualmente, nas Galerias Jeanne-Bucher e Jacob em Paris. Arpad faz uma importante doação ao Musée National d'Art Moderne, Centre Georges Pompidou, que é exposta juntamente com outras obras suas.
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1975-1976
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É nomeado membro do júri do Prémio de Roma. Expõe, individualmente, na Galeria Michel Vokaer, Bruxelas; na Galeria Kutter, Luxemburgo; e no Museu Fabre de Montpellier.
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1977-1978
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O Museu Nacional de Belas-Artes de Budapeste (Galeria Magyar Nemzeti) e o Vàrisi Tanacs Kiallitoterme de Pécs na Hungria, assim como a Galerie de l'Information de Tunes, apresentam exposições retrospectivas da obra de Arpad.
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1978
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O Centro Português de Cinema produz um filme biográfico sobre o casal, intitulado Ma femme chamada Bicho, realizado por José Álvaro Morais. Arpad Szenes ilustra várias obras, tais como: Mysticité charnelle de René Crevel, de Eddy Batache; Veilleurs aux confins, de Claude Estéban e Le savoir de Vulcain, de Jocelyne François. Uma série de entrevistas com o casal, sob o título L'éclat de la lumière, entretiens avec Marie-Hélène Vieira da Silva et Arpad Szenes, é publicada pelas éditions Gallimard, Paris.
É-lhe atribuído o Grande Prémio Nacional das Artes (França). O Estado Português concede-lhe a Grã-Cruz da Ordem de D. Henrique, o Navegador.
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1979
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Exposição individual na Galeria Jeanne-Bucher, Paris.
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1981
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Por ocasião da publicação do livro de Guy Weelen, Le Banquet (ed. La Difference), Arpad expõe obras sobre esse tema na Galeria Jacob em Paris. Expõe na Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa. É eleito membro do Comité do Livro Ilustrado Francês.
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1982
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Exposição individual no Museu Ingres de Montauban e na Alliance Française em Lisboa. Ilustra o livro de poemas de Gilles Gourdon.
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1983
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Exposição individual no Museu de Belas-Artes de Dijon. O Centro Cultural Português da Fundação Calouste Gulbenkian em Paris, apresenta "Portraits de Vieira" - desenhos de Arpad Szenes, reproduzidos também em livro (ed. La Différence, Paris). Ilustra livro de poemas de Lorand Gaspar - Sefar.
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1984
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A Cooperativa Árvore no Porto, apresenta a exposição "Retratos de Vieira". A Galeria EMI-Valentim de Carvalho em Lisboa, organiza a primeira exposição de obras do casal relativas aos anos 30/40, por ocasião do lançamento do livro Vieira da Silva, Arpad Szenes ou o castelo surrealista, de Mário Cesariny (ed. Assírio e Alvim).
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1985
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Arpad Szenes morre no seu atelier, em Paris, no dia 16 de Janeiro. As Galerias parisienses Jeanne-Bucher e Jacob, prestam-lhe homenagem, apresentando exposições retrospectivas da obra do artista. O Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, apresenta a exposição "Retratos de Vieira".
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1986
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O Centro Cultural Português da Fundação Calouste Gulbenkian em Paris, apresenta a exposição "Arpad Szenes Lumière-Portugal". Exposição na Galeria Nasoni, Porto e na cidade de Vézelay (Yonne).
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1987
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O Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian apresenta a exposição "Arpad Szenes Luz - Portugal". Exposições no Museu Granet em Aix-en-Provence; em Anjou, Angers e Cholet; e na Galeria Bertrand em Lisboa.
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1988
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A título póstumo, Arpad recebe do Presidente da República Portuguesa, a Grã-Cruz da Ordem de Santiago da Espada. Exposição na Galeria Jacob em Paris.
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1989
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Exposição na Casa de Serralves, no Porto e na Galeria Jeanne-Bucher em Paris.
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1990
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Exposição na Maison des Princes em Pérouges. Criação da Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, em Lisboa.
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1994
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Exposição na F.I.A.C. (Feira Internacional de Arte Contemporânea), patente no Grand Palais em Paris. Exposição no Museu Histórico de Budapeste por ocasião das celebrações de "Lisboa, Capital Europeia da Cultura". Exposição da dação de Vieira da Silva no Centro Georges Pompidou em Paris. Abre ao público a Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva.
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1995
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Exposição de obras de Arpad e de Vieira da Silva na Abbaye de Beaulieu, Ginals. Exposição "Arpad Szenes 1897-1985" no Museu de Pontevedra.
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1997
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Exposição comemorativa do centenário do nascimento de Arpad Szenes: “Desenhos”, na Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva e “Pintura”, na Fundação Calouste Gulbenkian.
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1998
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Exposição de desenhos de Arpad na "Sala da Cidade" do Mosteiro de Santa Cruz, Coimbra.
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1999
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Exposição “Retratos de Arpad Szenes e Vieira da Silva”, Museu de Belas Artes de Budapeste. Exposição de desenhos de Arpad Szenes na Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea, em Almada. Exposição de gravuras do artista na Câmara Municipal das Caldas da Rainha, Galeria Osíris.
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2000
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Exposição de obras de Arpad na Association pour la Promotion des Arts, Hôtel de Ville, Paris. Exposição de desenhos de Arpad na Fundação Júlio Resende, Lugar do Desenho, Porto.
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2007
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"Arpad Szenes: obras da Fundação Arpad Szenes Vieira da Silva" - exposição na Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, que, tardiamente, comemora o 10º aniversário da abertura ao público do Museu.
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