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Fundo documental

Vieira da Silva começou a esboçar o projecto de um centro de estudos dedicado à investigação e divulgação da sua obra e da obra do seu marido, o pintor Arpad Szenes, pouco após a morte de Szenes, em 1985. Em 1988, a pintora tinha já destinado ao Centro de Estudos, que deveria funcionar na sua antiga casa, junto ao jardim das Amoreiras, o conteúdo dos seus arquivos profissionais e pessoais: cerca de 500 fotografias; aproximadamente 6 000 itens de correspondência mantida com a família e amigos, artistas e intelectuais e galerias ou instituições com quem trabalharam; manuscritos originais de publicações que ilustraram ou escritos sobre a sua obra, entrevistas, artigos de imprensa, programas de televisão e de rádio, filmes, para além do núcleo de catálogos e monografias sobre a obra de ambos os artistas, edições por eles ilustradas ou a eles dedicadas.

O projecto tomou forma sob a égide mais abrangente da Fundação e, em 1994, o Museu é inaugurado, contemplando um Centro de Documentação e Investigação.

O fundo documental especializado é composto por monografias, edições periódicas e recortes de imprensa; arquivo pessoal dos artistas; uma base de dados (inventário informatizado e ilustrado, catálogo exaustivo da colecção do museu e catálogo do fundo de fotografia); bibliografia de história da arte contemporânea internacional e nacional (enfoque no período 1930-1990).

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